África em Lisboa- Os Indígenas da Guiné na Grande Exposição Industrial e Guiné Aldeia Indígena em Lisboa -1932: a construção do corpo feminino

Autores

  • Francesca de Rosa Università degli studi di Napoli l'Orientale, Itália

DOI:

https://doi.org/10.17231/comsoc.29(2016).2416

Palavras-chave:

Estudos visuais, representação colonial, Estado Novo, cinema, arquivo, corpo negro feminino

Resumo

Neste ensaio proponho-me questionar a construção iconográfica subjacente ao projeto colonial português, no âmbito do qual o Estado Novo usou a imagem em movimento para consolidar categorias sociais definidas pela sua propaganda usando um discurso propagandista sobre realidade e autenticidade e através do recurso a estruturas estereotipadas como raça e género. Enquadrada por uma problematização do conceito de arquivo (e mais especificamente do arquivo digital), a análise baseia-se na (re)leitura desconstrutiva da narração de dois documentários realizados por ocasião da Exposição Industrial Portuguesa de 1932, África em Lisboa- Os Indígenas da Guiné na Grande Exposição Industrial e Guiné Aldeia Indígena em Lisboa – 1932, em que a representação da relação de dominação sobre o corpo feminino negro é o eixo argumentativo principal.

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Biografia Autor

Francesca de Rosa, Università degli studi di Napoli l'Orientale, Itália

Università degli studi di Napoli l'Orientale 

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Publicado

2016-06-27

Como Citar

Rosa, F. de. (2016). África em Lisboa- Os Indígenas da Guiné na Grande Exposição Industrial e Guiné Aldeia Indígena em Lisboa -1932: a construção do corpo feminino. Comunicação E Sociedade, 29, 197–217. https://doi.org/10.17231/comsoc.29(2016).2416