Eco-branding. A revolution in the new media age

  • Herlander Dias Universidade da Beira Interior, Covilhã
Palavras-chave: crise, hiperconsumo, marcas web 2.0, eco-branding, eco-labels

Resumo

O mundo está a mudar a uma grande velocidade, ao mesmo tempo que osrecentes média chegam às casas dos consumidores e das empresas. As novas marcasestão a ocupar o lugar de outras marcas mais importantes, visto que as suas antecessoraseram grandes demais para gerir. As mais novas são atraentes, inteligentes e funcionammelhor. Esta é a era das marcas Web 2.0.O que agora o consumidor pretende são produtos a baixo custo e entretenimento“hiperdistribuído”. As corporações multinacionais não vendem produtos; em vez disso,gerem marcas. Em relação aos seguidores de marcas, estes passaram a seguir marcassociais. Cada nova tendência parece ser obrigatoriamente seguida, e quantos mais poderessão atribuídos aos consumidores, mais a sua dependência na web aumenta.Há uma transferência e uma mudança rápida nos acontecimentos actuais; dos velhosmédia para os recentes assistimos ao aparecimento de novos tipos de audiências maispreocupadas com marcas ecológicas, sustentabilidade e empenhadas numa “revoluçãoverde”. As “hipermarcas” do nosso tempo querem construir um planeta verde mesmoque exista um contexto de crise. Embora pareça não ser este o momento certo para tal,não deixa, porém, de ser o momento exacto para instituir ecomarcas. Esta é a era dosnovos média.

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Publicado
2011-10-09
Como Citar
Dias, H. (2011). Eco-branding. A revolution in the new media age. Comunicação E Sociedade, 19, 63-76. https://doi.org/10.17231/comsoc.19(2011).898
Secção
Das práticas aos discursos: usos e representações