O imperativo da regulação participada

Autores

DOI:

https://doi.org/10.17231/comsoc.11(2007).1137

Palavras-chave:

Regulação dos media, jornalismo, ERC, código deontológico

Resumo

Apesar de os jornalistas portugueses, tal como os jornalistas de todo o mundo, se sentirem muito orgulhosos por assumir a sua auto-regulação voluntária como essencial para a responsabilidade social da sua profissão, esta auto-regulação é muito escassa e, em alguns casos, totalmente irrelevante. Em termos de regulação, a recém-criada ERC tem um problema de génese. A lei que criou a ERC não foi tão debatida como seria necessário, tal como sugerido pelo Sindicato de Jornalistas. Assim sendo, esta lei excluiu os profissionais regulados e a sociedade civil, criando, ao mesmo tempo, uma atmosfera de cepticismo e suspeição à volta dos membros da ERC.

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Publicado

20-06-2007

Edição

Secção

Regulação, auto-regulação e empresas mediáticas

Como Citar

O imperativo da regulação participada. (2007). Comunicação e Sociedade, 11, 149-155. https://doi.org/10.17231/comsoc.11(2007).1137

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