Obstáculos à comunicação da ciência: o caso dos organismos geneticamente modificados
DOI:
https://doi.org/10.17231/comsoc.6(2004).1239Palavras-chave:
Comunicação da ciência, organismos geneticamente modificados, jornalismoResumo
Neste texto é abordado o tema dos organismos geneticamente modificados como exemplo das dificuldades de comunicação da ciência. Começa-se por reflectir sobre a atitude contraditória do público em relação à biotecnologia: apesar da aprovação destas tecnologias, há alguma relutância em aceitar a sua aplicação. De seguida, discutem-se alguns aspectos que tornam difícil a comunicação da ciência: a complexidade da informação, a sua quantidade e a chamada ‘mitificação do DNA’. Da complexidade e quantidade, resulta um conflito entre as linguagens jornalística e científica, dada a necessidade de explicações rápidas e simplificadas da comunicação social e o rigor da linguagem científica aplicado pela comunidade científica. Para um melhor debate público das questões científicas, é apontada a responsabilidade da comunidade científica que poderá desenvolver uma atitude mais didáctica relativamente a públicos não especializados. O papel da comunicação social também é salientado, através do contributo que jornalistas especializados poderão dar para ultrapassar os problemas presentes na comunicação pública da ciência.Downloads
Downloads
Publicado
Edição
Secção
Licença
Direitos de Autor (c) 2012 Comunicação e Sociedade

Este trabalho encontra-se publicado com a Licença Internacional Creative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0.
Os autores são titulares dos direitos de autor, concedendo à revista o direito de primeira publicação. O trabalho é licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição 4.0 Internacional.





