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Sengün S. Por que é que hei de apaixonar-me por um duende, quando também não sou nenhum ogre? As implicações dos avatars virtuais na comunicação digital. revistacomsoc [Internet]. 29 de junho de 2015 [citado 17 de fevereiro de 2026];27:167-80. Disponível em: https://revistacomsoc.pt/index.php/revistacomsoc/article/view/1121