Comunicação e Sociedade https://revistacomsoc.pt/ <p><em>Comunicação e Sociedade</em>&nbsp;é uma revista científica da área das Ciências da Comunicação, tendo&nbsp;Moisés de Lemos Martins&nbsp;por Diretor/Editor. Publicada desde 1999, esta revista tem um rigoroso sistema de arbitragem científica e é publicada duas vezes por ano. Aderiu ao sistema OJS em 2012 e publica textos em português e em inglês desde 2013. O conselho editorial da&nbsp;<em>Comunicação e Sociedade</em>&nbsp;integra reputados especialistas das Ciências da Comunicação de diversos pontos do mundo.</p> <p>A revista&nbsp;<em>Comunicação e Sociedade</em><strong>&nbsp;</strong>(e-ISSN 2183-3575/ ISSN 1645-2089) é uma publicação do&nbsp;<a title="Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade" href="http://www.cecs.uminho.pt/" target="_blank" rel="noopener">Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade</a>&nbsp;do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho e é financiada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).&nbsp;Está&nbsp;<a href="https://revistas.uminho.pt/index.php/revistacomsoc/indexacao">indexada em diferentes plataformas e bases de dados&nbsp;de revistas científicas</a>, tanto de âmbito nacional como internacional (SCOPUS, SCIELO, ERIH Plus, Avaliação Qualis Capes (B1), Latindex (Catálogo), MIAR (ICDS = 9.8), DOAJ, entre outros).</p> pt-PT <p>Os autores, individuais ou coletivos, dos artigos publicados transferem para a&nbsp;<em>Comunicação e Sociedade</em>&nbsp;o exclusivo do direito de publicação sob qualquer forma.</p> comunicacaoesociedade@ics.uminho.pt (Comunicação e Sociedade) comunicacaoesociedade@ics.uminho.pt (Comunicação e Sociedade) Fri, 28 Jun 2019 00:00:00 +0000 OJS 3.1.1.2 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Tempo e média: nota introdutória https://revistacomsoc.pt/article/view/534 Qual é hoje o tempo dos média? Existe um tempo dos média e para os média?... Emília Araújo, Patrícia Matos ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://revistacomsoc.pt/article/view/534 Fri, 28 Jun 2019 00:00:00 +0000 Time and media: introductory note https://revistacomsoc.pt/article/view/535 What is the time of media today? Is there a time of and for the media?... Emília Araújo, Patrícia Matos ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://revistacomsoc.pt/article/view/535 Fri, 28 Jun 2019 00:00:00 +0000 Tempo e caos: a “imaginação dos possíveis” e os média https://revistacomsoc.pt/article/view/536 Este artigo propõe uma reflexão sobre a noção de tempo e suas relações com os média, a partir dos estudos da complexidade e numa perspetiva transdisciplinar. Iniciando com reflexões sobre narrativas literárias e cinematográficas, o nosso objetivo é perceber como a noção de tempo é mediadora da compreensão da realidade espaço/tempo e da perceção estética do mundo entre ordem e caos. Recorremos ao diálogo entre ciência e narrativa e ao pensamento da física moderna sobre os conceitos de tempo, ordem e caos. As nossas conclusões apontam para três ideias: 1) a constante rememoração da catástrofe é um tema íntimo obsessivo que se apresenta através da narrativa artística e mediática; 2) a expressão da obsessão catastrófica vem suprir parcialmente o afeto pelo horror da humanidade atual e 3) o imaginário da catástrofe atravessa tempo e espaço e é transdisciplinar. Gustavo Castro, Florence Dravet ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://revistacomsoc.pt/article/view/536 Fri, 28 Jun 2019 00:00:00 +0000 Time and chaos: the “imagination of possibilities” and the media https://revistacomsoc.pt/article/view/537 This article proposes a reflection about the notion of time and its relation to the media based on the complex thinking paradigm and the transdisciplinary perspective. Departing from reflections about literary and cinematographic narratives, our objective is to examine how the notion of time mediates the concept of comprehension of space/time as well as of the aesthetic perception of the world between order and chaos. We relied on the dialogue between science and narrative and on modern physics for concepts of time, order and chaos. Our conclusions point to three ideas: 1) the constant remembrance of catastrophe is an obsessive intimate theme which presents itself through an artistic and mediatic narrative; 2) the expression of catastrophic obsession partially satisfies the current humanity’s affection for horror and 3) the imaginary of catastrophe traverses time and space, being transdisciplinary. Gustavo Castro, Florence Dravet ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://revistacomsoc.pt/article/view/537 Fri, 28 Jun 2019 00:00:00 +0000 O feitiço do tempo da comédia https://revistacomsoc.pt/article/view/538 Neste artigo, procura-se refletir sobre o tempo social interrompido pelo humor, como fórmula discursiva, e pela comédia, como recurso performativo. A incongruência das significações produzidas por esta forma estilística significa uma suspensão das regras de tipificação nas interações quotidianas do mundo-da-vida. Estes momentos de suspensão são designados por interrupções (time out). Neste texto mostramos como a relação do humor e da comédia com o tempo comum e com as interrupções revelam chaves interpretativas do tecido social intersubjetivo. Nuno Amaral Jerónimo, José Carlos Alexandre ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://revistacomsoc.pt/article/view/538 Fri, 28 Jun 2019 00:00:00 +0000 Comedy’s time spell https://revistacomsoc.pt/article/view/539 In this paper, the authors intend to reflect upon the social time interrupted by humor, as a discourse recipe, and by comedy, as a performative resource. The incongruity of the significations produced by this stylistic form means a suspension of the tipification rules in the life-world daily interactions. These moments of suspension are designated by time out. In this text, the authors show how humour and comedy connect with common time and time out to reveal interpretation keys to disclose the intersubjective social fabric. Nuno Amaral Jerónimo, José Carlos Alexandre ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://revistacomsoc.pt/article/view/539 Fri, 28 Jun 2019 00:00:00 +0000 O tempo do medo versus o tempo da ciência: disputas discursivas sobre a epidemia de vírus Zika e microcefalia no Brasil https://revistacomsoc.pt/article/view/540 O artigo propõe-se a discutir alguns dos tensionamentos desencadeados pelas fricções entre regimes temporais distintos envolvidos num episódio epidémico. O texto tem como base o estudo de caso sobre a difusão de informações relacionadas com a epidemia de Zika e microcefalia no Brasil no verão de 2015/2016. A partir do contexto de mediatização intensa e da complexa temporalidade produzidas pelas tecnologias digitais de comunicação, procuramos analisar a relação entre atores humanos e não-humanos que contribuíram para a construção social dessa epidemia em particular. Nosso foco recai, em especial, sobre a produção de vídeos pelo público “leigo” que disseminam boatos com possíveis explicações alternativas para a epidemia. Simone Evangelista Cunha, Marcelo Garcia ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://revistacomsoc.pt/article/view/540 Fri, 28 Jun 2019 00:00:00 +0000 Fear time versus science time: discursive disputes over the epidemic of the Zika virus and microcephaly in Brazil https://revistacomsoc.pt/article/view/541 This article discusses some of the tensions caused by the friction between distinct temporal regimes associated with an epidemic episode. This text is based on the study of the way information related to the Zika epidemic and microcephaly in Brazil was speeded out during the year 2015-2016. Starting with the context of intense mediatization, as well as of the complex temporality produced by digital communication technologies, we sought to analyze the relationship between human and non-human actors that contributed to the social construction of this epidemy. The focus of the text are the videos produced by the “lay” public who also spread rumors which show likely alternative explanations about the epidemy. Simone Evangelista Cunha, Marcelo Garcia ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://revistacomsoc.pt/article/view/541 Fri, 28 Jun 2019 00:00:00 +0000 As cadeiras do cancro hereditário: compreender o tempo e a doença com desenho etnográfico criativo https://revistacomsoc.pt/article/view/542 Dando uso à ilustração científica, este texto tem como objetivo compreender a forma como o tempo é vivido, compreendido e gerido na doença oncológica hereditária, analisando a estória de cancro da mama de uma mulher Portuguesa portadora de mutações BRCA1/2. Desdobrado entre experiência vivida, antropologia e arte, este texto resulta de um exercício qualitativo transdisciplinar, introduzindo os saberes do corpo, a palavra dita e o desenho etnográfico criativo no centro da investigação, usando-os como recursos metodológicos e heurísticos. Partindo da narrativa recolhida em entrevista informal, propõe-se o uso de metodologias visuais e criativas, ambicionando uma compreensão reforçada da doença oncológica. Combinando texto e imagens, analisaremos as múltiplas aceções de tempo que permeiam esta estória, procurando as experiências, usos e sentidos dos momentos de espera, interrupção, lentidão, atraso, urgência e aceleração, antes, durante e depois da doença e do tratamento, usando e desenhando a cadeira, enquanto objeto concreto e metáfora, para lhes dar forma. A espera emerge como a experiência mais relevante para perceber a sua estória de cancro hereditário, ligando passado, presente e futuro num sofrimento que secundariza a dor física. Susana de Noronha ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://revistacomsoc.pt/article/view/542 Fri, 28 Jun 2019 00:00:00 +0000 The chairs of hereditary cancer: understanding time and illness using creative ethnographic drawing https://revistacomsoc.pt/article/view/543 Using scientific illustration, this article aims to examine how time is experienced, understood, and managed in hereditary malignancies, analysing the breast cancer story of a Portuguese woman with BRCA1/2 mutations. Blending lived experience, anthropology, and art, this text results from a transdisciplinary qualitative exercise, incorporating embodied knowledge, speech, and creative ethnographic drawing at the core of the research, using them as methodological and heuristic resources. Based on a narrative collected in an informal interview, it suggests the use of visual and creative methodologies aimed at a reinforced understanding of cancer. Combining text and images, we will analyse the multiple meanings of time that permeate this story, searching for the experiences, uses, and meanings of moments of waiting, interruption, slowness, delay, urgency, and acceleration, before, during and after illness and treatment, using and drawing chairs, as concrete objects and metaphors, to give them form. Waiting emerges as the most relevant experience to understand her hereditary cancer story, linking past, present, and future within a form of suffering that minimizes physical pain. Susana de Noronha ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://revistacomsoc.pt/article/view/543 Fri, 28 Jun 2019 00:00:00 +0000 A corrupção e os média – um olhar dos jornalistas sobre a relevância do tempo https://revistacomsoc.pt/article/view/544 As relações entre os média, a política, o sistema judicial e o fenómeno da corrupção são complexas e inscrevem-se em vários tipos de tempo e de temporalidade. Neste texto, a partir de um estudo empírico qualitativo conduzido junto de jornalistas que fizeram acompanhamento de casos de corrupção envolvendo políticos, discute-se a importância do tempo na constituição das relações entre média, política e o sistema judicial. A análise permite destacar, por um lado, algumas das principais caraterísticas do tempo no trabalho mediático, e, por outro, a forma como o tempo configura as relações de poder que se estabelecem entre os diversos sistemas e atores. Ana Moreira, Emília Araújo, Helena Sousa ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://revistacomsoc.pt/article/view/544 Fri, 28 Jun 2019 00:00:00 +0000 Corruption and the media – a journalists’ look about the relevance of time https://revistacomsoc.pt/article/view/545 The relations between the media, politics, the legal system and the phenomenon of corruption are complex and gives rise to various types of time and temporality. In empirical terms, this text addresses a study conducted with journalists who have followed cases of corruption involving politicians. The importance of time in the constitution of relations between media, politics and the legal system is discussed. The analysis highlights some of the main characteristics of the time in the media labour. Additionally, it debates the way in which time configures the relations of power that are established between the different systems and actors. Ana Moreira, Emília Araújo, Helena Sousa ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://revistacomsoc.pt/article/view/545 Fri, 28 Jun 2019 00:00:00 +0000 Temporalidades inscritas no corpo intensivo durante a experiência do projeto artístico Soundsystem https://revistacomsoc.pt/article/view/546 Este artigo debruça-se sobre o projeto artístico SoundSystem, desenvolvido por Franz Manata e Saulo Laudares desde 1996. O processo, em ação até os dias de hoje, consiste em partilhar experiências através de instalações sonoras, performances de DJ’s e intervenções urbanas. São utilizados signos universais como batidas de coração e cantos de pássaros. A dupla assume uma preocupação ética de afetar o participante. As principais questões envolvidas são os “bons encontros”, a dilação do tempo e a intensidade provocada pelos impulsos dionisíacos da música e da dança. Neste artigo, a proposta é viver o tempo do acontecimento, resistindo à cronopolítica. Priscilla Porto Nascimento Fasani ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://revistacomsoc.pt/article/view/546 Fri, 28 Jun 2019 00:00:00 +0000 Temporalities embedded on the intensive body during the experience of the artistic project SoundSystem https://revistacomsoc.pt/article/view/547 This article addresses the artistic project SoundSystem, developed by Franz Manata and Saulo Laudares since 1996. The process, in action up to the present day, consists of sharing experiences through sound installations, DJ’s performances and urban interventions. Universal signs such as heart beats and bird corners are used. The duo assumes an ethical concern to affect the participant. The main issues involved are the “good encounters”, the time-dilation and the intensity provoked by the dionysian impulses of music and dance. This text will discuss the possibility of experience the time of the event, resisting to chronopolitics. Priscilla Porto Nascimento Fasani ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://revistacomsoc.pt/article/view/547 Fri, 28 Jun 2019 00:00:00 +0000 Compressão do espaço-tempo e hiperlocalização: os novos flâneurs https://revistacomsoc.pt/article/view/548 A experiência de sensações tais como a de aceleração do tempo ou de eliminação do espaço vulgarizou-se na vida moderna cada vez mais organizada segundo o ritmo do “tempo real”, instituído pelos média digitais. Neste artigo, partindo do conceito de compressão espaço-tempo de Harvey (1999), confrontamos perspetivas situadas nas correntes do determinismo tecnológico com outras que defendem a relação dialógica entre tecnologia e sociedade. Abordam-se noções como as de desterritorialização e destemporalização que permitem compreender o surgimento de um espaço de dados fragmentado e intemporal, correspondendo a uma “nova geografia”, na qual já não é possível estabelecer uma fronteira clara entre o mundo físico e o digital. O texto estrutura-se tendo como suporte teórico o conceito de flâneur ciberespacial, explorando as semelhanças com o flâneur novecentista, tal como descrito por Baudelaire. A análise de um conjunto de intervenções artísticas e experimentais centradas sobre questões como a hiperlocalização ou a ubiquidade e a pervasividade permite-nos recorrer a esta figura do flâneur ciberespacial num duplo sentido, como sinal da tendência para a aceleração técnica, mas também como símbolo da força de resistência a essa mesma aceleração. Conclui-se que a evolução exponencial e a crescente “naturalização” da tecnologia nos obrigam a considerar o seu papel determinante nas dinâmicas sociais, designadamente, a partir da transformação da nossa relação com as dimensões do espaço e do tempo. Ivone Neiva Santos, José Azevedo ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://revistacomsoc.pt/article/view/548 Fri, 28 Jun 2019 00:00:00 +0000 Space-time compression and hyperlocalisation: the new flâneurs https://revistacomsoc.pt/article/view/549 The experience of sensations such as time acceleration and space elimination has become common in modern life, which is increasingly organised in tune with the “real time” imposed by digital media. Throughout this article and starting with the concept of “time compression” presented by David Harvey (1999), the authors contrast technological determinism with other perspectives that suggest there is a dialogue-based relationship between technology and society. The text discusses notions such as deterritorialisation and detemporalisation that make it possible to understand the emergence of a fragmented and timeless data space, which corresponds to a “new geography”, in which it is no longer possible to establish a clear boundary between the physical and the digital world. The text is theoretically underpinned by the concept of the cyberflâneur, exploring the similarities with the 19th century flâneur described by Baudelaire (1996). Analysis of a set of artistic and experimental interventions addressing issues such as hyperlocalisation or ubiquity and pervasiveness enables us to use the character of the cyberflâneur in a twofold sense – as a sign of technical acceleration and also as a symbol of resistance to such acceleration. The authors conclude that the exponential evolution and increasing “naturalisation” of technology obligates us to consider its determining role in social dynamics, namely by transforming our relationship with the dimensions of space and time. Ivone Neiva Santos, José Azevedo ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://revistacomsoc.pt/article/view/549 Fri, 28 Jun 2019 00:00:00 +0000 Han, B.-C. (2016). O aroma do tempo. Um ensaio filosófico sobre a arte da demora. Lisboa: Relógio d’Água. https://revistacomsoc.pt/article/view/550 No ensaio O aroma do tempo. Um ensaio filosófico sobre a arte da demora (2016), publicado originalmente na Alemanha, em 2007, Byung-Chul Han sustenta que a nossa atualidade é dominada não por uma incessante aceleração do tempo mas, ao contrário, por uma crise temporal assente numa dissincronia (uma descontinuidade), que não é mais do que a atomização do próprio tempo sem rumo nem ordem ou conclusão que o impede de durar (demorar) de forma substancial nas nossas vidas. .. Vítor de Sousa ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://revistacomsoc.pt/article/view/550 Fri, 28 Jun 2019 00:00:00 +0000 Han, B.-C. (2016). O aroma do tempo. Um ensaio filosófico sobre a arte da demora. Lisboa: Relógio d’Água. https://revistacomsoc.pt/article/view/551 In his essay, O aroma do tempo. Um ensaio filosófico sobre a arte da demora [The scent of time. A philosophical essay on the art of delay] (2016), originally published in Germany, in 2007, Byung-Chul Han argues that contemporary life is overpowered not by the continuous acceleration of time, but rather a temporal crisis caused by a dyschronicity (a discontinuity), which is simply the atomization of time with no direction, order or end that prevents it from lasting (lingering)... Vítor de Sousa ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0 https://revistacomsoc.pt/article/view/551 Fri, 28 Jun 2019 00:00:00 +0000