A argumentação não tem função

Jean Goodwin

Resumo


Douglas Walton tem tido razão em chamar-nos a atenção para os aspectos pragmáticos da argumentação. Contudo, insistiu também que as argumentações devem ser compreendidas e avaliadas considerando a função que desempenham; e, disto, discordo. As argumentações não têm uma função determinável no sentido proposto por Walton e, mesmo que tivessem, não poderíamos fundar as normas da prática argumentativa nessa função. Como alternativa a uma teoria funcional da pragmática argumentativa, proponho uma perspectiva design, a qual se concentra na forma como os participantes estrategicamente subsumem e impõem normas sobre eles próprios de modo a conferirem força aos seus argumentos.

Palavras-chave


Argumento; argumentação; avaliação dos argumentos; lógica informal; Douglas Walton; funcionalismo; diálogo; dialéctica; pragmática

Texto Completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.17231/comsoc.16(2009).1034

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Creative Commons License
This work is licensed under a Creative Commons Attribution 3.0 License.

 

 

 

 

 

 

...............................................................................................................

 

.:: LASICS ::.
Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS)
Universidade do Minho, campus de Gualtar
4710-057 Braga - Portugal

Revista Comunicação e Sociedade
ISSN 2183-3575 (online)
ISSN 1645-2089 (print)
Prefixo DOI: 10.17231